6 erros comuns na formação de preço de produtos


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6 erros comuns na formação de preço de produtos

formação de preço – Atribuir valores para seus produtos e serviços é uma tarefa que depende de muitos fatores: custos de produção e distribuição, impostos sobre o produto, gastos com embalagem, design, marketing etc.

Ter uma estrutura de preços saudável é determinante para gerar vendas e ganhar a fidelidade do cliente. Qualquer transtorno na distribuição de preços pode dificultar o atendimento aos consumidores e sua rentabilidade ao fim do mês.

Para ajudar a não se confundir na hora da formação de preço, listamos os erros mais comumente cometidos pelos empreendedores e estratégias para passar longe deles! Acompanhe.

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1. Precificar abaixo do custo

No momento de precificar seus produtos ou serviços, é preciso ser realista, e só é possível definir valores apropriados se você conhece o custo que o produto tem para a empresa. Esse estudo deve incluir tanto os custos facilmente perceptíveis, como o preço de produção da peça, como os menos tangíveis, como os custos que estão ligados aos conhecimentos que você utiliza para colocar o produto no mercado.

É comum que os empreendedores errem, não considerando todas as despesas verdadeiras. Muitos acabam se esquecendo de considerar, por exemplo, os custos com impostos e aluguéis, o que compromete diretamente o lucro da empresa. Por isso, tenha cuidado, e não dê preços sem consultar todos os custos de que a empesa se encarrega ao vendê-lo.

2. Precificar pela concorrência

Calma! Dar os preços considerando o valor que a sua concorrência cobra por produtos semelhantes aos seus é uma estratégia válida e que deve ser aplicada a fim de obter os melhores preços nas suas prateleiras. Contudo, é perigoso considerar apenas o quanto a concorrência cobra.

Isso se deve ao fato de você não saber o quanto os seus concorrentes estão pagando aos fornecedores, quanto eles gastam em tecnologia e marketing. Portanto, mesmo que o produto oferecido pela concorrência seja semelhante, os custos para as empresas pode ser diferente.

Dando preços muito próximos dos valores pedidos pelos concorrentes, você pode acabar se prejudicando e perdendo dinheiro na equação final. Portanto, atenção!

3. Competir

É claro que desafiar a concorrência é importante. Entretanto, definir seus preços apenas para superar as empresas concorrentes é uma atitude questionável, que pode inclusive acarretar rombos financeiros no orçamento do negócio.

Você pode até atrair clientes com essa estratégia, mas será difícil fidelizá-los. Se o preço baixo foi a única coisa que os atraiu para a sua loja, eles podem trocá-la assim que uma opção mais em conta surgir no mercado.

É mais saudável superar os concorrentes pelos seus diferenciais competitivos, como atendimento qualificado e produtos de mais qualidade.

4. Não saber realizar aumentos

De tempos em tempos, o empresário pode se ver forçado a subir o preço de determinados produtos. Alguns acabam não cumprindo essa função por medo de reações negativas por parte dos consumidores.

Para contornar esse empecilho, o melhor é aumentar os preços gradativamente, e não jogar os valores nas alturas de uma vez só. Um aumento de 10% soa pior para o comprador do que dois aumentos de 5% com intervalo de tempo entre eles.

5. Precificar aleatoriamente

Erro fatal à vista! Todo preço dado no seu negócio precisa ser justificado. Embasamento e estudo das finanças na hora da formação de preço são duas coisas necessárias e primordiais.

Lembre-se de que seus clientes podem insistir em querer saber como é formatada a sua estrutura de preços e, por isso, o valor cobrado deve possuir justificativas plausíveis baseadas em seu custo de produção, nos impostos cobrados e demais fatores.

6. Baixar preços sem mudar estratégias

Quando o seu produto ou serviço cai de preço, fica mais difícil voltar a aumentar o valor futuramente. Isso porque o cliente pode ter a falsa impressão de que a quantia anteriormente cobrada era alta, em comparação à atual.

Por isso, crie estratégias que permitam vender mais, em vez de baixar aleatoriamente os preços. O desconto pode ir para o cliente, por exemplo, se ele levar mais de um produto ou se contratar um serviço por tempo maior.

Aprendeu com as nossas dicas, né? Agora você possui as melhores informações para não errar na sua formação de preço. Para continuar acertando, leia nosso artigo com dicas de revenda para a sua loja!

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