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cheque sem fundos – O que fazer ao receber um cheque sem fundos ?

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cheque sem fundos – O que fazer ao receber um cheque sem fundos ?

cheque sem fundos – O cliente fez uma compra considerável no seu estabelecimento e decidiu pagar com um cheque. Até aí, tudo tranquilo. Só que na hora de descontar o valor, vem do banco a notícia desagradável de que você recebeu um cheque sem fundos. O que fazer?

O cheque é uma ordem de pagamento. Para que a transação ocorra corretamente, o valor que está sinalizado no papel deve estar disponível na conta-corrente do devedor, na data em que o cheque for entregue ao banco para ser descontado. Quando o valor total do cheque não existe na conta, estamos diante de um cheque sem fundos.

Qualquer pessoa está passível de receber um cheque sem fundos. Mas não é por isso que você precisa aceitar o prejuízo. Há diversos procedimentos que podem ser seguidos para conseguir o pagamento que lhe é de direito.

Neste artigo, reunimos as principais iniciativas que podem ser adotadas por quem recebeu um cheque sem fundos e quer correr atrás da resolução do problema.

Tente entrar em contato com o emissor do cheque sem fundos

Antes de tomar iniciativas mais extremas, tente localizar o emissor do cheque.

É importante que, já no momento em que você aceita receber o pagamento em cheque, previna futuros problemas anotando todos os dados do emissor, como telefone celular, endereço e e-mail, para poder localizá-lo posteriormente caso ocorra alguma dificuldade no recebimento dos valores.

Recorra a todas as maneiras possíveis de contatar o cliente inadimplente. Busque ter formas de comprovar esses contatos, seja promovendo o envio de telegramas com aviso de recebimento ou até mesmo guardando prints de telas do WhatsApp e cópias dos e-mails enviados para o emissor do cheque.

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Realize o protesto do cheque

Pode acontecer de o emissor do cheque sem fundos ignorar as suas tentativas de diálogo. Nesse caso, vale a pena dar um passo adiante na cobrança e realizar o protesto do título.

Leve o cheque sem fundos, já devidamente carimbado pelo banco, até o Cartório de Registro de Protestos da cidade onde está localizada a agência bancária do devedor.

O cartório vai tentar, novamente, entrar em contato com o emissor do cheque, promovendo a publicação do nome dele em um veículo oficial de comunicação. Caso, mesmo assim, o devedor não compareça para pagar o título, terá o seu nome negativado no Serasa e no SPC. Apenas com o pagamento da dívida ele poderá sair dessa lista, que restringe o crédito.

Tenha em mente que o prazo para apresentar um cheque na instituição bancária é de 30 dias quando for da mesma praça e de 60 dias quando for de praça diferente. A partir dessa apresentação e da notificação do banco de que o cheque é sem fundos, você tem seis meses para ingressar com o protesto.

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Entre com uma ação de cobrança na justiça

Caso você tenha perdido o prazo de seis meses para o protesto do cheque, ou ainda nas situações em que mesmo com o protesto o devedor segue se recusando a realizar o pagamento, há ainda a alternativa do ingresso com uma ação de cobrança na justiça.

A partir das provas, o juiz vai bloquear os bens – incluindo conta corrente e veículos automotores – que estejam no nome do emissor do cheque. Caso a ação falhe, o advogado ainda pode entrar com um processo criminal por estelionato.

O prazo para ingressar com a ação de cobrança de cheque na justiça é de cinco anos, contados da data em que o cheque sem fundos foi apresentado ao banco. Após esse prazo, o cheque é considerado prescrito e não é mais possível tentar qualquer cobrança.

Gostou do nosso artigo? Solucionou suas dúvidas sobre o que fazer quando receber um cheque sem fundos? Compartilhe essas informações nas suas redes sociais!

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Negativação do CPF ou CNPJ : qual a melhor opção?

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Negativação do CPF ou CNPJ : qual a melhor opção?

Negativação do CPF ou CNPJMuitos empresários que trabalham com a modalidade de venda a prazo já passaram pela desagradável situação de ter que efetuar a negativação do CPF ou CNPJ de seus clientes. O que muitos comerciantes ainda discutem é: qual a melhor opção nesses casos?

Bom, em situações como essas não existe melhor ou pior opção, existe a solução adequada para cada caso concreto, o que pode variar de acordo com o objetivo do próprio credor.

Meios de negativação do CPF ou CNPJ

A negativação do CPF ou CNPJ ocorre sempre que existir uma dívida pendente de pagamento. O objetivo do é manter registrada — nos órgãos de proteção ao crédito ou em protesto no cartório — a situação de inadimplência de determinada pessoa ou empresa.

Existem algumas diferenças que devem ser observadas no momento de decidir onde registrar a situação. Por isso, você precisa analisar os dois procedimentos e verificar qual é o que melhor se encaixa na sua situação.

Protesto judicial

O protesto de títulos feito em cartórios extrajudiciais é bem amplo. Ele envolve tanto os títulos mais comuns (cheques, duplicatas e notas promissórias) como títulos executivos judiciais e extrajudiciais que constam no Código de Processo Civil. Entre as vantagens do protesto, podemos citar as seguintes:

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Ausência de prazo máximo de protesto

Uma vez protestado, o nome do devedor fica vinculado à dívida até que ela seja paga. Não existe um prazo máximo, como ocorre nos órgãos de proteção ao crédito.

Registro nacional do protesto

Além comunicação aos sistemas de proteção de crédito, o nome do devedor passa a fazer parte de uma base de dados nacional mantida pelo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB), cuja consulta pode ser feita de forma gratuita.

Segurança legal e fé pública

O credor ainda conta com a segurança jurídica e a fé pública: elas são características dos cartórios extrajudiciais. Assim, há uma garantia de que o procedimento adotado está de acordo com a legislação brasileira.

Outro fato relevante proporcionado pelo protesto é a interrupção da prescrição da dívida.

Atualmente, a única desvantagem desse procedimento seria o pagamento de parte das despesas pelo credor. Mas essa situação vem sendo modificada, porque já existem diversos convênios que permitem a cobrança das custas exclusivamente do devedor.

Negativação direta

Para quem busca uma ação mais econômica e imediata, essa modalidade é uma boa pedida.

Nesse tipo de negativação do CPF ou CNPJ, o credor precisa apenas estar associado a um órgão de proteção ao crédito (como o Serasa Experian e SPC) e efetuar o pagamento da mensalidade e de eventuais taxas para inclusão do devedor na lista de inadimplentes.

Estando associado, basta efetuar uma solicitação para que seja feito o registro da inadimplência. Vale ressaltar que esses convênios não verificam a validade do título, simplesmente o registram. Isso é diferente dos cartórios, que conferem o preenchimento de todos os requisitos do título de crédito.

Essa modalidade é bastante benéfica porque esses órgãos atuam em nível nacional, sendo utilizados principalmente como ferramenta de consulta, no âmbito do comércio, ou seja, têm um ótimo custo-benefício.

A desvantagem desses sistemas é o prazo máximo de registro. Por determinação legal do Código de Defesa do Consumidor (CDC), cadastro de dívidas podem ser mantidos por apenas 5 anos, não importando se a dívida foi paga ou não. Assim, decorrido esse prazo, o devedor estará sem qualquer restrição em seu CPF ou CNPJ.

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A escolha entre as formas de negativação de devedores

O que se pode concluir, portanto, é que as duas formas são eficientes para a negativação do CPF ou CNPJ. De um lado, temos a negativação direta que é mais prática e econômica, do outro, o protesto que é mais seguro e durador. Fica a critério do credor, portanto, optar por aquele que melhor lhe convém.

Tem alguma dúvida sobre o assunto? Conte para nós nos comentários. Será um prazer responde-lo!

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Não fique com nome sujo – Como garantir que eu não fique com nome sujo ?

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Não fique com nome sujo – Como garantir que eu não fique com nome sujo ?

Não fique com nome sujo – Não há uma receita pronta de como não ter o nome sujo. Para evitar isso, é importante tomar uma série de atitudes e isso depende muito da força de vontade de cada um. Com o crédito farto no país, o gasto também rola solto e, se não tomar cuidado, uma bola de neve pode surgir. Não deixe que surpresas desagradáveis tomem conta do seu orçamento.

Fique ligado às etapas para que seu nome fique negativado

Para que o nome seja considerado sujo, ou seja, esteja registrado na consulta ao SPC ou ao Serasa, o indivíduo já deve ter perdido o controle de suas dívidas. É importante deixar claro que uma dívida não é prenúncio de problemas, afinal, para conquistar um bem importante, ter uma dívida é, muitas vezes, a única saída para essa aquisição.

Agora, o endividamento, quando começa a tomar dimensões amplas, pode se tornar um grande problema no momento em que está sujeito a atrasos no pagamento e os juros e as multas fazem parte do cotidiano do devedor. Com alguns meses de atraso, o nome já é considerado sujo.

Lembre-se que crédito não é renda

A frase “crédito não é renda” é tão popular quanto essencial. E ignorá-la também é motivo para que o nome do devedor se torne sujo. A pessoa só pode gastar o que realmente tem como renda, e não o que está autorizado no cartão de crédito ou no cheque especial.

Ao ultrapassar o que tem como renda, a pessoa verá que a conta nunca fechará. Utilize o cartão de crédito com consciência, parcelando grandes contas sem que juros e multas também façam parte do “cardápio”.

Não é possível, no entanto, eliminá-lo. Seria o ideal, já que acabaria com o problema, mas não é aconselhável, pois em determinadas compras de alto custo — como passagem aérea e móveis para casa — e necessárias, não é possível acumular todo o dinheiro que precisa em um curto espaço de tempo.

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Livre-se das tentações

Para não gastar mais do que se tem, é importante evitar tentações. Com crédito farto, promoções, novidades e aparentes vantagens para os consumidores, fica difícil não passar o teto do orçamento.

Por isso, gastos desnecessários não podem existir. Evite passeios ou adquirir roupas novas o tempo todo, compre apenas o que necessite e se tiver dinheiro para isso.

Organize e tenha o controle dos seus gastos

Como solução para esse problema, o mais importante é planejar bem os gastos. Criar uma planilha para saber onde e como está gastando o dinheiro é fundamental. Nessa planilha, é importante organizar os detalhes da compra, como a data em que ela aconteceu e, se houver, em quantas vezes determinada dívida foi parcelada. Mas lembre-se: a planilha deve ser rigorosamente seguida, diariamente conferida.

É muito importante compreender que, para evitar o nome sujo, a pessoa deve fazer um amplo processo e seguir rigorosamente o que estabelecer. Acima de tudo, dever haver uma mudança de cultura e adquirir esse controle como parte da sua vida, assim, tudo funcionará de forma natural.

Ficou com alguma dúvida? Quer esclarecer mais algum ponto? Então, conta pra gente nos comentários.

Como consulta CNPJ e CPF no spc

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Quanto tempo um nome fica sujo no Serasa e no SPC ?

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Quanto tempo um nome fica sujo no Serasa e no SPC

Quanto tempo um nome fica sujo no Serasa e no SPC – Diante de uma economia instável e com o aumento do desemprego, muitos consumidores se deparam com um orçamento apertado, tendendo a deixar algumas dívidas vencerem e caírem nas estatísticas da inadimplência, que deve continuar a aumentar este ano.

Para se ter uma ideia, segundo informações divulgadas pela Serasa Experian, 2016 começou com 59 milhões de pessoas endividadas, o maior índice desde o começo da série iniciada em 2012. Quando comparado a 2015, os dados representaram um aumento de 9,1% de pessoas com contas atrasadas de, pelo menos, 60 dias em algum compromisso financeiro.

O fato é que as projeções não são nada animadoras para este ano, conforme anunciado pelo Banco Central, que ainda vê um ambiente econômico desfavorável e com altas taxas de juros. Entre faturas atrasadas, cheques devolvidos, rotativo do cartão, cheque especial e outras dívidas que passam a não ser quitadas, está o consumidor que fica com o nome negativado e impossibilitado de realizar compras no comércio.

Mas quanto tempo um nome fica sujo no Serasa e no SPC? No post de hoje, vamos esclarecer algumas dúvidas que consumidores têm ao serem incluídos no cadastro de inadimplentes. Acompanhe!

 

Atrasei uma conta. Quanto tempo para regularizar a dívida e não ficar com o nome sujo?

Após receber a carta de débito, o consumidor tem 10 dias contados para regularizar a situação. Mas este prazo não é o mesmo para todas as empresas. Em alguns casos, o CPF já é incluído no dia seguinte do vencimento ao Serasa e no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e, eventualmente, o consumidor perde o crédito de realizar compras a prazo, uma vez que tem o nome sujo na praça.

Caso você já saiba que não poderá quitar uma determinada dívida e que ela terá que atrasar, procure o quanto antes renegociar o atraso no pagamento, de forma que seu nome não fique sujo e você possa continuar utilizando os serviços do comércio. quanto tempo um nome fica sujo

Como ocorre a negativação?

Assim que o cliente atrasa, ele já pode ser incluído em um dos cadastros das empresas que registram informações dos devedores.

O prazo dado pelo Serasa é de 10 dias após o devedor ser notificado com uma carta-comunicado enviada ao seu endereço. Neste prazo, ele poderá procurar a empresa que possui débitos, renegociar a dívida e regularizar a sua situação. quanto tempo um nome fica sujo

No documento que é enviado à residência do devedor, estarão especificados a empresa que possui o débito, o valor da dívida, a data de vencimento e o número do contrato.

No caso de dúvidas ou esclarecimentos, o devedor poderá procurar um posto do Serasa, portando RG e CPF para efetuar uma consulta gratuitamente.

Já o SPC Brasil, após receber a carta de aviso de débito, o consumidor também tem 10 dias contados deste recebimento para procurar a empresa e tentar renegociar a dívida.  

Quanto tempo um nome fica negativado no SPC e Serasa?

Levando em consideração a data de vencimento da dívida (e não a data do cadastro) e decorridos cinco anos, o devedor deverá ter seu nome retirado dos órgãos de restrição ao crédito.

No caso de o consumidor continuar com seu nome sujo após os cinco anos, poderá entrar com um processo judicial exigindo a retirada imediata do cadastro.

No caso de renegociar a dívida e ocorrer de atrasar novamente, a empresa tem o direito de encaminhar novamente o devedor para o cadastro de inadimplentes, apenas sendo retirado no caso de quitação (ou novamente renegociação) nos próximos cinco anos. quanto tempo um nome fica sujo

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